27 de março de 2010

Começa o tratamento

Uma das coisas mais difíceis, passado o susto inicial do diagnóstico, são os procedimentos que envolvem o tratamento, e em particular, a quimioterapia.

A administração desse medicamento traz efeitos colaterais bastante agressivos para o corpo. Mesmo uma criança de 6 anos, com seu organismo ainda “na garantia”, sofre os efeitos disso. Uns de forma mais intensa, outros de forma mais branda.

 

Com o Rodriguinho não foi diferente. Existem, claro, medicamentos associados que amenizam esses efeitos e são graças a eles, que ele consegue suportar. Mas na grande maioria das vezes, é como se ele não estivesse tomando nada, brinca, ri, se diverte como uma criança normal. Outras vezes, ele fica mais abatido, cansado e até mesmo depressivo, nervoso…

 

Essas reações são esperadas, e o tempo todo estamos em contato com seus médicos, questionando sempre sobre essas reações.

 

A hidratação constante nesse processo é de extrema impotância, pois é através dela que se elimina mais rapidamente os medicamentos do organismo depois de terem feito o seu papel, que é matar as células cancerosas. Mas esse “matar” não deixa de envolver também as células saudáveis. A medicação age como um “trator”, passando por cima de tudo o que encontra pela frente. Células doentes e celulas boas.

 

Devido a isso, a imunidade também cai, onde os cuidados com a contaminação de qualquer natureza deve ser redobrado.

 

Beijos e até a próxima

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